9 de fevereiro de 2026
Entenda os sinais da reação alérgica à ração para proteger a saúde do seu pet.

Seu pet começou a se coçar mais do que o normal? Está com episódios de vômito, diarreia ou queda de pelo sem motivo aparente? Esses sinais podem estar relacionados a uma reação alérgica à ração. E sim, identificar o quanto antes faz toda a diferença.
A seguir, você vai entender como reconhecer os sintomas, causas e qual é a melhor forma de agir para garantir o bem-estar do seu companheiro.
Alergia alimentar x intolerância alimentar: qual a diferença?
Embora os termos sejam parecidos, alergia e intolerância alimentar não são a mesma coisa.
A alergia alimentar acontece quando o sistema imunológico do animal reage de forma exagerada a uma proteína presente no alimento. Ou seja, o corpo passa a “atacar” aquele ingrediente como se fosse uma ameaça.
Já a intolerância alimentar está mais ligada à dificuldade de digestão de certos componentes. Nesse caso, não há envolvimento direto do sistema imunológico, mas o organismo não consegue processar o alimento corretamente.
Na prática, as duas condições podem causar sintomas parecidos. No entanto, o tratamento e o manejo alimentar costumam ser diferentes.
Principais sinais de reação alérgica à ração
Os sinais podem surgir aos poucos ou de forma mais intensa, dependendo da sensibilidade do animal. Entre os mais comuns, estão:
coceira constante (principalmente patas, orelhas e barriga);
vermelhidão na pele;
queda de pelo;
vômitos frequentes;
diarreia;
fezes amolecidas persistentes;
otites recorrentes;
lambedura excessiva das patas.
Se esses sintomas aparecem de forma contínua, é importante investigar junto ao seu médico-veterinário de confiança. Afinal, ignorar os sinais pode levar à piora do quadro e ao surgimento de infecções secundárias.
Ingredientes que mais causam reação alérgica à ração
Alguns componentes da ração são mais associados à reação alérgica em cães, principalmente:
proteína de frango;
carne bovina;
derivados de leite;
trigo;
soja;
corantes e aromatizantes artificiais.
Apesar desses aparecerem entre os mais comuns, vale lembrar que qualquer ingrediente pode causar reação alérgica à ração, dependendo do organismo do animal. Por isso, cada caso precisa ser avaliado de forma individual.
O que o tutor deve fazer ao perceber os sintomas?
Ao notar qualquer alteração no comportamento ou na saúde do seu pet, o primeiro passo é procurar um médico-veterinário. Dessa maneira, o profissional poderá confirmar se o quadro é de reação alérgica à ração e indicar o melhor tratamento.
Geralmente, o diagnóstico envolve:
exclusão de parasitas e outras doenças;
testes de dieta de eliminação;
indicação de uma ração específica para peles sensíveis ou quadros alérgicos.
Com acompanhamento adequado, é possível controlar os sintomas e devolver qualidade de vida ao animal.
O que o tutor NÃO deve fazer
Alguns erros são comuns e podem atrapalhar o tratamento, como:
trocar a ração por conta própria;
oferecer restos de comida;
misturar rações diferentes;
medicar o animal sem orientação profissional.
Essas atitudes dificultam a identificação da causa da reação alérgica à ração e podem prolongar o sofrimento do pet.
Alimentação adequada faz toda a diferença
Depois de identificado o problema, a alimentação passa a ser parte fundamental do tratamento da reação alérgica à ração. Dietas específicas ajudam a reduzir inflamações, melhorar a saúde da pele, controlar coceiras e equilibrar o sistema digestivo.
Uma das opções desenvolvidas para esses casos é a Quatree Supreme Dermato. Sua fórmula não contém proteínas provenientes de produtos lácteos, carne bovina, frango, soja e trigo (ingredientes comumente associados à manifestação de reação alérgica em cães).
Ela é formulada com sabores de Cordeiro e Salmão e com conservantes 100% naturais, garantindo fácil digestão e absorção dos nutrientes. Dessa forma, auxilia na redução de reações adversas e no controle dos sintomas, proporcionando mais conforto e qualidade de vida ao pet.
Cuidar da alimentação é cuidar da saúde. Ao menor sinal de reação alérgica à ração, procure orientação profissional e ofereça ao seu pet uma rotina mais confortável, segura e equilibrada.
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